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Archive for agosto \27\UTC 2010

Palavras

E foram tantos poemas tão plenos de coisa singela
E foram tantas, e tanto, e tonta de tudo que de espanto
Um tanto, um pouco, receava, mas amava
E amava e tudo e sempre e muito
Que de sempre em sempre pensava
Se um dia seria normal tanta alegria
Tanta fantasia, e tarde, noite e dia
Agonia
Se era normal tanta fadiga do resto da vida
Porque era tudo assim tão intenso
Que não oferecia mais vida a nada
Que nada!
E era tanta besteira, bobeira, risada
Que de tudo e tanto
E Nada.

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